quarta-feira, 19 de novembro de 2014
sábado, 1 de novembro de 2014
ACADEMIA PORTOCALVENSE DE HISTÓRIA, LETRAS E ARTES - APHLA : Ivo Tonet
ACADEMIA PORTOCALVENSE DE HISTÓRIA, LETRAS E ARTES - APHLA : Ivo Tonet: Prof. Dr. Ivo Tonet Possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Paraná (1975), mestrado em Filosofia pela Universi...
segunda-feira, 12 de maio de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
A tecnologia e educação e seus beneficios: Os desafios da tecnologia
A tecnologia e educação e seus beneficios: Os desafios da tecnologia: As tecnologias de informática e os meios de comunicação de massa podem oferecer muitos aos professores e alunos. O maior benefício é de dimi...
REDES SOCIAIS
O Todos Pela Educação está presente nas Redes Sociais com o objetivo de interagir e informar parceiros, apoiadores, pais, alunos, professores e todos que acreditam que o Brasil possa ter uma Educação Básica de qualidade. Saiba aqui um pouco mais sobre cada ambiente no qual o Todos Pela Educação está conectado e faça parte de nossa rede de relacionamento. Além disso você pode acessar a seção Links/Educação na Rede do nosso site e conhecer o trabalho de blogueiros engajados com a Educação, como a jornalista Samantha Shiriashi e a educadora Cybele Meyer, entre outros.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
"Me manda um e-mail", "me liga no celular" ou "a gente conversa pela
internet". Quem nunca se deparou com conversas assim ou nunca usou uma
das frases acima que atire a primeira pedra.
A tecnologia está em todo lugar e, de acordo com o colunista do Diário do Comércio, Guido Orlando Jr., diferentemente do que muitos pensavam, ela não chegou para que tenhamos mais tempo livre e também não é a grande causadora do desemprego da população.
Segundo o especialista, diversos mitos sobre o assunto devem ser quebrados com as experiências do dia-a-dia.
Tempo livre é ilusão
De acordo com o especialista, desde que a tecnologia foi inserida na vida das pessoas, passamos mais tempo trabalhando do que nos divertindo. "E mesmo quando estamos fazendo isso, em férias, por exemplo, existe sempre o risco do celular tocar para sermos consultados sobre algum assunto da empresa", exemplifica.
Além disso, é comum que turistas, antes de fechar um pacote de viagens, por exemplo, chequem se o hotel oferece acesso à Internet ou se nas imediações do local tem, além de restaurantes e teatros, um cyber café. Afinal, como ficar tanto tempo - seja um ou dez dias - sem checar os e-mails? "Me manda um e-mail", "me liga no celular" ou "a gente conversa pela internet". Quem nunca se deparou com conversas assim ou nunca usou uma das frases acima que atire a primeira pedra. Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador, videogame para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para conversar on line", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
A tecnologia está em todo lugar e, de acordo com o colunista do Diário do Comércio, Guido Orlando Jr., diferentemente do que muitos pensavam, ela não chegou para que tenhamos mais tempo livre e também não é a grande causadora do desemprego da população.
Segundo o especialista, diversos mitos sobre o assunto devem ser quebrados com as experiências do dia-a-dia.
Tempo livre é ilusão
De acordo com o especialista, desde que a tecnologia foi inserida na vida das pessoas, passamos mais tempo trabalhando do que nos divertindo. "E mesmo quando estamos fazendo isso, em férias, por exemplo, existe sempre o risco do celular tocar para sermos consultados sobre algum assunto da empresa", exemplifica.
Além disso, é comum que turistas, antes de fechar um pacote de viagens, por exemplo, chequem se o hotel oferece acesso à Internet ou se nas imediações do local tem, além de restaurantes e teatros, um cyber café. Afinal, como ficar tanto tempo - seja um ou dez dias - sem checar os emails?
Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador, video game para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para conversar on line", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
Tecnologia não causa desemprego
Mais um mito que deve ser quebrado, na opinião do especialista. A idéia de que a máquina chegou para substituir o trabalho do homem ainda assusta muita gente, no entanto, para Orlando Jr., a tecnologia não só não desemprega como também gera oportunidades.
"A questão é de qualificação profissional e não de extinção de postos de trabalho", revela. "Não é raro encontrar desempregados das fábricas trabalhando no mercado informal de tecnologia, vendendo CDs e DVDs em bancas de camelôs. Ou então trabalhando em 'fábrica' de fundo de quintal que monta microcomputador", ironiza.
Comércio online
As compras online, facilidade para o consumidor internauta, também caíram no gosto da população.
Este ano, ao contrário dos anos anteriores, quando a expansão do comércio online era alimentada pelos consumidores das classes A e B, o usuário de classe C será o principal responsável pelo crescimento.
A explicação é que os sites sentem agora os efeitos da popularização do computador, iniciada no ano passado, quando os preços despencaram e os financiamentos aumentaram.
No Brasil, depois da fase da desconfiança, o mercado já conta com 6,8 milhões de e-consumidores e as estimativas são de que o comércio eletrônico feche o ano com faturamento de R$ 4 bilhões.
Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador, videogame para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para conversar online", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
Tecnologia não causa desemprego
Mais um mito que deve ser quebrado, na opinião do especialista. A idéia de que a máquina chegou para substituir o trabalho do homem ainda assusta muita gente, no entanto, para Orlando Jr., a tecnologia não só não deschequememprega como também gera oportunidades.
"A questão é de qualificação profissional e não de extinção de postos de trabalho", revela. "Não é raro encontrar desempregados das fábricas trabalhando no mercado informal de tecnologia, vendendo CDs e DVDs em bancas de camelôs. Ou então trabalhando em 'fábrica' de fundo de quintal que monta microcomputador", ironiza.
Comércio online
As compras online, facilidade para o consumidor internauta, também caíram no gosto da população.
Este ano, ao contrário dos anos anteriores, quando a expansão do comércio online era alimentada pelos consumidores das classes A e B, o usuário de classe C será o principal responsável pelo crescimento.
A explicação é que os sites sentem agora os efeitos da popularização do computador, iniciada no ano passado, quando os preços despencaram e os financiamentos aumentaram.
No Brasil, depois da fase da desconfiança, o mercado já conta com 6,8 milhões de e-consumidores e as estimativas são de que o comércio eletrônico feche o ano com faturamento de R$ 4 bilhões.
A tecnologia está em todo lugar e, de acordo com o colunista do Diário do Comércio, Guido Orlando Jr., diferentemente do que muitos pensavam, ela não chegou para que tenhamos mais tempo livre e também não é a grande causadora do desemprego da população.
Segundo o especialista, diversos mitos sobre o assunto devem ser quebrados com as experiências do dia-a-dia.
Tempo livre é ilusão
De acordo com o especialista, desde que a tecnologia foi inserida na vida das pessoas, passamos mais tempo trabalhando do que nos divertindo. "E mesmo quando estamos fazendo isso, em férias, por exemplo, existe sempre o risco do celular tocar para sermos consultados sobre algum assunto da empresa", exemplifica.
Além disso, é comum que turistas, antes de fechar um pacote de viagens, por exemplo, chequem se o hotel oferece acesso à Internet ou se nas imediações do local tem, além de restaurantes e teatros, um cyber café. Afinal, como ficar tanto tempo - seja um ou dez dias - sem checar os e-mails? "Me manda um e-mail", "me liga no celular" ou "a gente conversa pela internet". Quem nunca se deparou com conversas assim ou nunca usou uma das frases acima que atire a primeira pedra. Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador, videogame para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para conversar on line", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
A tecnologia está em todo lugar e, de acordo com o colunista do Diário do Comércio, Guido Orlando Jr., diferentemente do que muitos pensavam, ela não chegou para que tenhamos mais tempo livre e também não é a grande causadora do desemprego da população.
Segundo o especialista, diversos mitos sobre o assunto devem ser quebrados com as experiências do dia-a-dia.
Tempo livre é ilusão
De acordo com o especialista, desde que a tecnologia foi inserida na vida das pessoas, passamos mais tempo trabalhando do que nos divertindo. "E mesmo quando estamos fazendo isso, em férias, por exemplo, existe sempre o risco do celular tocar para sermos consultados sobre algum assunto da empresa", exemplifica.
Além disso, é comum que turistas, antes de fechar um pacote de viagens, por exemplo, chequem se o hotel oferece acesso à Internet ou se nas imediações do local tem, além de restaurantes e teatros, um cyber café. Afinal, como ficar tanto tempo - seja um ou dez dias - sem checar os emails?
Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador, video game para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para conversar on line", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
Tecnologia não causa desemprego
Mais um mito que deve ser quebrado, na opinião do especialista. A idéia de que a máquina chegou para substituir o trabalho do homem ainda assusta muita gente, no entanto, para Orlando Jr., a tecnologia não só não desemprega como também gera oportunidades.
"A questão é de qualificação profissional e não de extinção de postos de trabalho", revela. "Não é raro encontrar desempregados das fábricas trabalhando no mercado informal de tecnologia, vendendo CDs e DVDs em bancas de camelôs. Ou então trabalhando em 'fábrica' de fundo de quintal que monta microcomputador", ironiza.
Comércio online
As compras online, facilidade para o consumidor internauta, também caíram no gosto da população.
Este ano, ao contrário dos anos anteriores, quando a expansão do comércio online era alimentada pelos consumidores das classes A e B, o usuário de classe C será o principal responsável pelo crescimento.
A explicação é que os sites sentem agora os efeitos da popularização do computador, iniciada no ano passado, quando os preços despencaram e os financiamentos aumentaram.
No Brasil, depois da fase da desconfiança, o mercado já conta com 6,8 milhões de e-consumidores e as estimativas são de que o comércio eletrônico feche o ano com faturamento de R$ 4 bilhões.
Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador, videogame para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para conversar online", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
Tecnologia não causa desemprego
Mais um mito que deve ser quebrado, na opinião do especialista. A idéia de que a máquina chegou para substituir o trabalho do homem ainda assusta muita gente, no entanto, para Orlando Jr., a tecnologia não só não deschequememprega como também gera oportunidades.
"A questão é de qualificação profissional e não de extinção de postos de trabalho", revela. "Não é raro encontrar desempregados das fábricas trabalhando no mercado informal de tecnologia, vendendo CDs e DVDs em bancas de camelôs. Ou então trabalhando em 'fábrica' de fundo de quintal que monta microcomputador", ironiza.
Comércio online
As compras online, facilidade para o consumidor internauta, também caíram no gosto da população.
Este ano, ao contrário dos anos anteriores, quando a expansão do comércio online era alimentada pelos consumidores das classes A e B, o usuário de classe C será o principal responsável pelo crescimento.
A explicação é que os sites sentem agora os efeitos da popularização do computador, iniciada no ano passado, quando os preços despencaram e os financiamentos aumentaram.
No Brasil, depois da fase da desconfiança, o mercado já conta com 6,8 milhões de e-consumidores e as estimativas são de que o comércio eletrônico feche o ano com faturamento de R$ 4 bilhões.
Assinar:
Postagens (Atom)