"Me manda um e-mail", "me liga no celular" ou "a gente conversa pela
internet". Quem nunca se deparou com conversas assim ou nunca usou uma
das frases acima que atire a primeira pedra.
A tecnologia está em todo lugar e, de acordo com o colunista do Diário
do Comércio, Guido Orlando Jr., diferentemente do que muitos pensavam,
ela não chegou para que tenhamos mais tempo livre e também não é a
grande causadora do desemprego da população.
Segundo o especialista, diversos mitos sobre o assunto devem ser quebrados com as experiências do dia-a-dia.
Tempo livre é ilusão
De acordo com o especialista, desde que a tecnologia foi inserida na
vida das pessoas, passamos mais tempo trabalhando do que nos divertindo.
"E mesmo quando estamos fazendo isso, em férias, por exemplo, existe
sempre o risco do celular tocar para sermos consultados sobre algum
assunto da empresa", exemplifica.
Além disso, é comum que turistas, antes de fechar um pacote de viagens,
por exemplo, chequem se o hotel oferece acesso à Internet ou se nas
imediações do local tem, além de restaurantes e teatros, um cyber café.
Afinal, como ficar tanto tempo - seja um ou dez dias - sem checar os
e-mails?
"Me manda um e-mail", "me liga no celular" ou "a gente conversa pela
internet". Quem nunca se deparou com conversas assim ou nunca usou uma
das frases acima que atire a primeira pedra.
Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador,
videogame para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para
conversar on line", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
A tecnologia está em todo lugar e, de acordo com o colunista do Diário
do Comércio, Guido Orlando Jr., diferentemente do que muitos pensavam,
ela não chegou para que tenhamos mais tempo livre e também não é a
grande causadora do desemprego da população.
Segundo o especialista, diversos mitos sobre o assunto devem ser quebrados com as experiências do dia-a-dia.
Tempo livre é ilusão
De acordo com o especialista, desde que a tecnologia foi inserida na
vida das pessoas, passamos mais tempo trabalhando do que nos divertindo.
"E mesmo quando estamos fazendo isso, em férias, por exemplo, existe
sempre o risco do celular tocar para sermos consultados sobre algum
assunto da empresa", exemplifica.
Além disso, é comum que turistas, antes de fechar um pacote de viagens,
por exemplo, chequem se o hotel oferece acesso à Internet ou se nas
imediações do local tem, além de restaurantes e teatros, um cyber café.
Afinal, como ficar tanto tempo - seja um ou dez dias - sem checar os
emails?
Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador,
video game para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para
conversar on line", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
Tecnologia não causa desemprego
Mais um mito que deve ser quebrado, na opinião do especialista. A idéia
de que a máquina chegou para substituir o trabalho do homem ainda
assusta muita gente, no entanto, para Orlando Jr., a tecnologia não só
não desemprega como também gera oportunidades.
"A questão é de qualificação profissional e não de extinção de postos de
trabalho", revela. "Não é raro encontrar desempregados das fábricas
trabalhando no mercado informal de tecnologia, vendendo CDs e DVDs em
bancas de camelôs. Ou então trabalhando em 'fábrica' de fundo de quintal
que monta microcomputador", ironiza.
Comércio online
As compras online, facilidade para o consumidor internauta, também caíram no gosto da população.
Este ano, ao contrário dos anos anteriores, quando a expansão do
comércio online era alimentada pelos consumidores das classes A e B, o
usuário de classe C será o principal responsável pelo crescimento.
A explicação é que os sites sentem agora os efeitos da popularização do
computador, iniciada no ano passado, quando os preços despencaram e os
financiamentos aumentaram.
No Brasil, depois da fase da desconfiança, o mercado já conta com 6,8
milhões de e-consumidores e as estimativas são de que o comércio
eletrônico feche o ano com faturamento de R$ 4 bilhões.
Com as crianças é a mesma coisa. "Lição de casa pelo computador,
videogame para brincar, TV para se distrair, voltar ao computador para
conversar online", enumera Orlando Jr. sobre a rotina dos pequenos.
Tecnologia não causa desemprego
Mais um mito que deve ser quebrado, na opinião do especialista. A idéia
de que a máquina chegou para substituir o trabalho do homem ainda
assusta muita gente, no entanto, para Orlando Jr., a tecnologia não só
não deschequememprega como também gera oportunidades.
"A questão é de qualificação profissional e não de extinção de postos de
trabalho", revela. "Não é raro encontrar desempregados das fábricas
trabalhando no mercado informal de tecnologia, vendendo CDs e DVDs em
bancas de camelôs. Ou então trabalhando em 'fábrica' de fundo de quintal
que monta microcomputador", ironiza.
Comércio online
As compras online, facilidade para o consumidor internauta, também caíram no gosto da população.
Este ano, ao contrário dos anos anteriores, quando a expansão do
comércio online era alimentada pelos consumidores das classes A e B, o
usuário de classe C será o principal responsável pelo crescimento.
A explicação é que os sites sentem agora os efeitos da popularização do
computador, iniciada no ano passado, quando os preços despencaram e os
financiamentos aumentaram.
No Brasil, depois da fase da desconfiança, o mercado já conta com 6,8
milhões de e-consumidores e as estimativas são de que o comércio
eletrônico feche o ano com faturamento de R$ 4 bilhões.
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